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sexta-feira, 5 de agosto de 2022

ABPA quer promoção mais agressiva de estados livres de aftosa sem vacinação

 

Pouco mais de um ano após receberem o status, Paraná e Rio Grande do Sul não foram reconhecidos por países importadores.




indústria de carne suína quer que o governo adote ações mais "agressivas" na promoção do status sanitário de livre de aftosa sem vacinação obtido por Paraná e Rio Grande do Sul. Pouco mais de um ano depois de receberem essa condição, os dois estados ainda não têm o reconhecimento de países importadores. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), entidade que representa a cadeia produtiva da suinocultura e também da avicultura, está preparando um ofício a ser entregue ao governo federal no próximo Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), a ser realizado entre os dias 9 e 11 de agosto.

O documento, segundo o presidente da Associação, Ricardo Santin, listará uma série de medidas a serem tomadas para garantir a competitividade da indústria brasileira de proteína animal no mercado internacional, como a facilitação da importação de insumos estratégicos, redução tributária no setor energético e o avanço de novos acordos com mercados-chaves para o país, como a Tailândia.



“A gente está indo como entidade privada falar com importadores, mas precisa o governo brasileiro responder aos questionários enviados pelos países e, nas embaixadas, fazer um contato mais agressivo. Esse é um dos temas que vamos pontuar, inclusive, no nosso trabalho de competitividade. Isso não é um acordo, mas é uma ação governamental que pode melhorar bastante [a competitividade do setor] e esperamos que este ano tenhamos bons resultados ainda”, destaca Santin

O executivo pontua que a indústria já tem mantido contato com o Ministério da Agricultura nesse sentido. “Nós estamos pedindo para o ministro Marcos Montes e para o secretário José Guilherme que seja melhorado o perfil, que se intensifique a busca pelo reconhecimento de zonas livre de febre aftosa sem vacinação para os Estados do Rio Grande do Sul e Paraná, o que possibilitaria que ambos pudessem vender carne suína com osso e miúdos para vários mercados, como Coreia, Japão e a própria China”, observa.

Globo Rural 

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