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quinta-feira, 23 de junho de 2022

1ª Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária permite integração de associações e cooperativas com produtos do Ceará

 

Uma rodada de negócios ocupou o auditório Babaçu, do Centro de Eventos do Rio Grande do Norte, na 1ª Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Nordeste (Fenafes), na última sexta-feira (17). O espaço integrou e abriu oportunidades para que as associações e cooperativas do Ceará e dos outros oito estados nordestinos demonstrassem seus produtos e serviços.

Este foi o caso de Antônia Alves, presidente da Coperbil, que faz parte da União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes), e participou expondo a famosa cajuína, bebida típica da região, e também as polpas de frutas, produtos certificados e produzidos em uma agroindústria financiado pelo Projeto São José.

“Nós estamos aqui para apresentar a diversidade de produtos que nós estamos produzindo lá no Ceará, mas também estamos buscando conquistar novos mercados no varejo, gerando mais renda para os nossos agricultores e agricultoras”, explicou.

A primeira edição da Fenafes, que terminou neste domingo (19), atraiu um público de mais de 10 mil visitantes durante cinco dias de programação. O evento viabilizou importantes debates, sobre o fortalecimento da agricultura familiar através de políticas públicas, em uma maratona de encontros, fóruns, painéis e exposições de alimentos saudáveis.

Para Nubiane Patrícia, que esteve representando a Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários (Unisol), a 1ª Fenafes representa a valorização do ofício milenar da agricultura familiar e o fortalecimento da identidade nordestina.

“Essa troca de experiência que está acontecendo aqui tanto potencializa, quanto dá visibilidade para a agricultura familiar da nossa região. Hoje, a Copacaju, por exemplo, representa sete cooperativas singulares na produção de castanha de caju, na qual temos cooperados mais de 500 famílias. Nós estamos conseguindo comercializar esse produto em todo o território nacional, através do mercado tradicional, e também estamos exportando a amêndoa do caju para Itália. E é essa força, essa pujança que nós precisamos mostrar lá para fora. Nós precisamos valorizar o Nordeste para o mundo”, declarou.

Em tempo

Ao todo, 23 empreendimentos cearenses foram expostos na Fenafes. A delegação cearense foi composta por feirantes vinculados às cooperativas, associações e grupos produtivos assistidos pela Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA).

Ascom

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