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terça-feira, 21 de setembro de 2021

GLF Amazônia: conferência internacional discute o manejo florestal sustentável

 Foto: Arte/NCO

Arte/NCO - Especialistas, representantes de empresas e lideranças comunitárias e indígenas vão dialogar sobre os principais caminhos para alavancar o manejo florestal sustentáve

Especialistas, representantes de empresas e lideranças comunitárias e indígenas vão dialogar sobre os principais caminhos para alavancar o manejo florestal sustentáve

Os caminhos para o manejo florestal sustentável serão debatidos em uma das sessões técnicas do Global Landscapes  Forum - Amazônia, conferência digital que ocorrerá entre os dias 21 e 23 de setembro.  O evento internacional, que reúne mais de 200 palestrantes em mais 40 sessões técnicas e plenárias, oficinas e atividades culturais, chama a sociedade para refletir sobre o papel da Amazônia e propor soluções para o enfrentamento da crise climática global. E o manejo florestal na região está no centro desse debate.

Especialistas, representantes de empresas e lideranças comunitárias e indígenas vão dialogar sobre os principais caminhos para alavancar o manejo florestal sustentável na Amazônia na sessão que acontecerá no dia 21 de setembro, terça-feira, de 13h30 às 15h (horário de Brasília), coordenada pelo Diálogo Florestal e Embrapa Amazônia Oriental. As inscrições seguem abertas e gratuitas.

O pesquisador Milton Kanashiro, da Embrapa Amazônia Oriental, ressalta que o fio condutor do debate é o Fórum Florestal para a Amazônia Legal, iniciativa que reúne 75 organizações brasileiras, e a Agenda Positiva para o Manejo Florestal Sustentável. “Os participantes vão conduzir um debate sobre os principais elementos para o presente e futuro do manejo florestal sustentável na região com as experiências e vozes das comunidades, empresas e instituições”, complementa Kanashiro.

Espaço de participação social

O Fórum Florestal tem como missão promover a governança e construção coletiva de soluções inclusivas para o desenvolvimento sustentável e o bem-viver na região. Ele resulta de ações no âmbito do Diálogo Florestal, iniciativa que conta com mais de 170 integrantes em seis Fóruns regionais. “Nosso objetivo é criar espaços com ampla participação social que busquem soluções para os problemas locais e globais, em especial os relacionados à produção florestal e à ampliação da escala dos esforços de conservação e restauração do meio ambiente”, explica Fernanda Rodrigues, secretária executiva do Diálogo Florestal.

Soluções coletivas

Processos de governança florestal, manejo florestal comunitário, diversificação de produtos florestais não-madeireiros, metodologias de manejo florestal, concessões florestais e manejo em áreas privadas estão entre os temas que serão debatidos pelos sete participantes da sessão. “É urgente a necessidade de promovermos a legalidade da produção florestal em todas as modalidades, como áreas privadas, concessões e em comunidades, buscando o fortalecimento das instituições governamentais e o apoio da sociedade”, destaca Milton Kanashiro.   

Outro ponto destacado na sessão é a participação ampla das partes interessadas na construção de caminhos para o manejo florestal e a agregação de valor aos produtos florestais como ponto central para a conservação na Amazônia. “Vemos a co-criação de soluções para ampliar e diversificar a oferta sustentável de produtos madeireiros e não-madeireiros em comunidades como uma importante alternativa de conservação da floresta”, completa Fernanda Rodrigues.

A sessão temática tem a participação de Margarida Silva, líder da comunidade do Arimun, da Reserva Extrativista Verde para Sempre, em Porto de Moz (PA) e integrante da Rede Mulher Florestal; Alisson Castilho, técnico do Instituto Internacional de Educação do Brasil e secretário executivo do Observatório do Manejo Florestal Comunitário e Familiar; Lucas Mazzei, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental; Daniel Bentes, Associação das Concessionárias Florestais – Confloresta; Walelasoetxeige Paiter Bandeira Suruí, Movimento da Juventude Indígena de Rondônia; Milton Kanashiro, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental; e Fernanda Rodrigues, secretária executiva do Diálogo Florestal e do Fórum Florestal da Amazônia.   

Passado e presente dos povos tradicionais

Ainda na terça-feira, 21, a Embrapa traz para o debate no GLF Amazônia o passado e o presente das formas de uso da terra dos povos tradicionais da Pan-amazônia. A sessão plenária “Agroecologia, Arqueologia e Antropologia: integrando passado e presente para viabilizar usos da terra sustentáveis na Amazônia do futuro” acontecerá de 18h45 às 19h45 (horário de Brasília). Sob a coordenação da Embrapa Amazônia Oriental e Centro Internacional de Pesquisa Agroflorestal (Icraf), a plenária vai reunir especialistas dos países da Pan-Amazônia para dialogar sobre como os camponeses e povos tradicionais conciliam em suas práticas seculares o equilíbrio entre produção, manejo da natureza e conservação do ecossistema amazônico.

 

 
 

Ana Laura Lima (MTb 1268/PA)
Embrapa Amazônia Oriental

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