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quinta-feira, 27 de maio de 2021

Agricultor de Tauá-CE agradece aos técnicos da Ematerce pela melhoria da renda

 

O produtor rural familiar, Pedro do Maé visitando plantio de graviola.

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará – Ematerce – escritório de Tauá-CE, fez mais uma visita técnica à propriedade do agricultor familiar, no imóvel Boa Vista, com área total de 18 hectares e a 14 quilômetros da sede do município. A visita foi realizada por solicitação do proprietário Pedro Alves Gonçalves, mais conhecido por Pedro do Maé.

Os extensionistas da Ematerce Francisco Renato de Carvalho e o agente rural Cleuson Cavalcante foram convidados, para verificar a evolução dos plantios de fruteiras, folhosas (irrigadas) e milho (sequeiro e irrigado). Todas as atividades rurais exploradas, nesta unidade agrícola familiar, estão em plena produção, proporcionando, mensalmente, renda significativa ao proprietário.

Plantio de coentro e cebolinha no sitio Boa Vista, no município de Tauá-CE.

Destaque-se que tudo iniciou, há quatro anos, quando foi implantado o cultivo de graviola, com recursos do NIT. Ele foi selecionado, após o diagnóstico, para iniciar as atividades do NIT (Núcleo de Irradiação de Tecnologias), convivência com o semiárido, prevendo, também, a implantação de uma barragem subterrânea e irrigação.

O Agricultor Familiar Pedro do Maé afirma que está produzindo limão, graviola, goiaba e manga orgânicos, vendidos aos comerciantes do mercado central de Tauá-CE, ao preço atual de: limão a R$ 80,00/caixa; goiaba a R$ 60,00/caixa; graviola a R$ 4,00/quilo; e manga a R$ 45,00/caixa.

Plantio de milho irrigado plantado para complementar o elenco de produtos agrícolas vendidos na feira 

da sede do município de Tauá-CE.

Acrescenta, ainda, que os preços de venda estão ótimos e cobrem as despesas, dando, assim, bom lucro. A renda familiar é aumentada, com a venda diária de coentros e cebolinhas. Diz ainda o produtor Pedro Maé que, atualmente, está vivendo muito bem e que sua renda é suficiente para reinvestir na implantação de novos campos de produção de outros tipos e variedades de frutas. Afirma até que está dando, para fazer uma poupança, a ser usada em tempos ruins, finaliza.

Para ele, todos os dias, vai duas a até três vezes à cidade (Tauá-CE), para entregar produtos, principalmente, o coentro e a cebolinha. Acrescentou que as entregas são feitas, utilizando a sua moto e, aos sábados, são feitas em um carro, por serem em maior volume de produtos, com a adição dos diversos tipos de frutas. “Os preços dos produtos, como sabemos, sofrem constante variação, ou seja, oscila sempre, depende da safra e entressafra, mas mantêm uma média de venda satisfatória, disse o técnico da Ematerce, Renato de Carvalho”.

O técnico da Ematerce, Renato de Carvalho e o produtor Pedro da Maé visitam plantio de manga.

O Agente Rural da Ematerce, Cleuson Cavalcante, dirigiu-se ao produtor e perguntou quanto é a sua renda mensal líquida, e o Sr. Pedro Baé olhou para todos e, sem pestanejar, disse ser, no mínimo, R$ 2.500,00, por mês, com forte tendência de aumentar, porque o mercado está promissor e as frutas, negociadas, serem de ótima aceitação, pela população, por causa da sua qualidade e preços justos.

O agricultor familiar Pedro do Maé já era conhecido, no mercado, como fornecedor de coentro, cebolinha e grãos (milho e feijão), na época da safra. Agora, acrescentou as frutas, no seu elenco de ofertas, em face da mudança na estratégia de produção. Os produtos, que eram irrigados, usando baldes ou sequeiro, hoje, utiliza um sistema moderno de irrigação, por gotejamento, com água de um poço profundo, com vazão de 14.000 litros/hora, armazenada numa caixa d’água, financiada pelo Programa Agroamigo, do Banco do Nordeste, no valor de R$ 5.000,00.

O agente rural da Ematerce, escritório de Tauá-CE, e o produtor Pedro de Maé visitam plantio de graviola irrigada.

Após quitar o primeiro empréstimo, mencionou que tomou emprestado o mesmo valor, para plantar e irrigar 30 pés de goiaba, 30 pés de manga, 25 pés de graviola, 20 mudas de ata, 20 pés de acerola e 20 pés de limão e ampliou os canteiros de cebolinha e coentro.

Em seguida, completou o agricultor Pedro Maé que a venda desses produtos é, no mercado local, a vários comerciantes. Acrescentou que ainda não vende para o mercado institucional (Projeto de Aquisição de Alimentos – PAA e Projeto Nacional de Alimentação Escolar – Pnae), porque é monopolizado por uma cooperativa agrícola.

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