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sábado, 5 de setembro de 2020

IPCE registra queda acumulada de 17,18% no setor raiz, bulbo e rizoma

 

IPCE registra queda acumulada de 17,18% no setor raiz, bulbo e rizoma

A pesquisa  65 produtos do mercado atacadista de Maracanaú, o Índice de Preços da Ceasa do Ceará (IPCE) registrou aumento de (+15,22%) no acumulado de agosto de 2019 a agosto de 2020, nos cinco setores pesquisados: Frutas, Folha Flor e Haste, Hortaliças e Frutos, Raiz Bulbo e Rizoma e Cesta Básica. No entanto, no acumulado anual de agosto de 2019 a agosto de 2020, alguns setores registraram queda nos preços, como o de Raiz, Bulbo, Rizoma (-17,18%), Folha Flor Haste (-3,47%) e Hortaliças Fruto (-2,87%). Já os que registraram aumento foram Frutas (+5,16%) e a Cesta Básica (+38,79%).

As frutas que tiveram maior queda de preços foram o melão japonês (-21,59%), a banana pacovan e prata (-18,78%) e o melão amarelo (-10,33%). Já as frutas que registraram aumento foram o mamão formosa (+30,30%), o limão galego (+22,62%) e o limão taiti (+20,81%). No setor de Folha, Flor e Haste o único produto que apresentou queda foi a acelga verde (-24,44%). A alface crespa teve aumento de (+5,95%) e a couve-flor de (+1,86%).

A maior queda de preços registrada no setor Hortaliças e Frutos foi para o chuchu (-32,58%), seguido do pimentão verde (-9,91%) e da pimenta de cheiro (-7,64%). O aumento de preços foi registrado na vagem macarrão (+34,09%), feijão verde (+30,85%) e pepino verde (+12,24%). A beterraba lidera o aumento de preços no setor Raiz, Bulbo e Rizoma, atingindo (+1,65%) e a cenoura nantes (+1,18%). Os produtos que tiveram queda foram a cebola pêra (-37,70%), o alho nacional/importado branco e roxo (-19,27%) e a cebola roxa (-16,54%).

Dentre os itens da cesta básica, as maiores quedas registradas foram no preço da manteiga (-6,30%), ovos (-3,67%) e frango abatido/vivo (-1,79%). Já os produtos que tiveram aumento nos seus preços foram a carne suína (+27,70%), o arroz (+8,65%) e o milhão grão (+5,97%). De acordo com o analista de mercado da Ceasa-CE, Odálio Girão, o feijão verde se mantém com preço elevado devido à redução das colheitas. “Já o valor da carne suína disparou em razão do alto consumo. A tendência nos próximos meses é que os custos continuem elevados,” destaca ele.

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