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quarta-feira, 3 de março de 2021

CHORÓ: NOVO CRÁS


 

Na manhã desta quarta-feira (03/03), a Secretária da Assistência Social Priscila Jucá, esteve visitando com o (Coordenador do Proares 3 no município, Douglas Barreto), o espaço onde será construído o novo (Crás) de Choró.

Numa parceria Governo do Estado/Proares/Administração Municipal, terá início nos próximos dias a construção desse importante equipamento. O local escolhido para receber o (Crás) será a Rua Francisco Viriato Ribeiro (Rua da Alegria).

A secretária da assistência social, Priscila Jucá, se disse feliz com esse novo equipamento, pois, atenderá as famílias da zona rural e às que moram nos bairros mais próximos, facilitando assim o acesso ao atendimento, já que o novo (Crás) terá sua localização praticamente no centro da Cidade.

O Prefeito Marcondes Jucá afirmou que o terreno já está disponível para o início imediato da obra, que o orçamento é de quase R$ 2.000.000,00 e que o prazo de entrega previsto em contato é de 6 meses.

A Secretária da Assistência Social Priscila Jucá comemorou a conquista do novo (Crás) e ressaltou que o Prefeito Marcondes solicitou da empresa responsável que toda mão de obra fosse do município.


ASCOM

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Semana inicia com preço do melão em queda na Ceasa Maracanaú

 A semana começa com o preço do melão amarelo (espanhol) em queda no entreposto da Ceasa em Maracanaú, saindo de R$ 2,50 para R$ 1,70/kg, registrando uma queda de 32% em seu preço. O abacate também está com preço bom, R$ 2,60/kg.6,0 kg. Abacaxi pérola a R$ 3,50/unid, acerola a R$ 4,00/kg, banana prata a R$ 20,00/cento, graviola a R$ 7,00/kg, laranja pêra oscilando entre R$ 2,00 a R$ 2,40/kg. Morango a R$ 20,00/kg e a uva verde (Itália) está a R$ 6,00/kg.

Ainda no setor de frutas, preço elevado para o caju, R$ 5,20/kg. A manga, já fora de safra, registra preços em alta, a kate está a R$ 3,70/kg e a vermelha a R$ 3,20/kg. Preço em alta também para o maracujá, R$ 5,50/kg. No setor das folhosas, a alface está a R$ 1,50/kg e o repolho a R$ 2,40/kg.

Nas hortaliças fruto, as abóboras caboclo e de leite estão com preços entre R$ 2,50 a R$ 2,70/kg. Feijão verde e cebola seguem com preço elevado, R$14,00/kg e R$ 4,50/kg, respectivamente. Pimentão colorido a R$ 14,00/kg. “Já o tomate cajá e longa vida continuam com preços excelentes, entre R$ 2,00 a R$ 2,20/kg. Alho nacional a R$ 16,00/kg. Batata doce (roxa) a R$ 2,50/kg, cenoura a R$ 3,00/kg e o queijo coalho, da região Jaguaribana, entre R$ 22,00 a R$ 25,00/kg, destaca Odálio Girão, analista de mercado da Ceasa-CE.

Sobre a queda de preço do melão, Odálio Girão explica: “as boas colheitas nos pomares do Ceará, especialmente em Icapuí, Aracati, Baixo Acaraú, região Jaguaribana, Cascavel e Maranguape, têm impulsionado a chegada de mais melão no mercado, como também a produção do R. Grande do Norte, nos municípios de Açu, Mossoró e Baraúna, fazendo o melão despencar de preço no início desta semana. O Ceará responde por 68% do melão que entra no mercado atacadista e o restante (32%) vem do vizinho estado do R.G. do Norte,” destaca Girão.

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Uva, berinjela e pimenta de cheiro em oferta na Ceasa Tianguá

 A semana começa com boas ofertas para os clientes da Ceasa em Tianguá. No comparativo entre sexta-feira (26/02) e terça-feira (02/03), o preço da berinjela sofreu queda de -25,32%, vendido a R$ 1,15/kg, enquanto a pimenta de cheiro passou a custar R$ 3/kg (-14,29%). A cenoura extra, comercializada a R$ 2,75 (-8,33%), e a abobrinha italiana, R$ 1,50/kg (-14,29%), são outras ofertas do entreposto localizado na Serra da Ibiapaba.

No setor das frutas, a banana pacovan é vendida a R$ 1,56/kg (-4,29%), as uvas rubi e Itália chegam à mão do consumidor por R$ 6/kg (-4%) e o abacaxi Betânia é negociado a R$ 2,32/kg (-3,33%). Permanecem estáveis o limão tahiti (R$ 0,80/kg), o mamão formosa (R$ 1/kg) e a melancia (R$ 1,20). A alta fica por conta do maracujá, vendido a R$ 4,17/kg (+4,25%).

ASCOM

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Aprece inicia Seminários Técnicos levando informação e capacitação para secretários municipais


Promover a integração da Aprece com os secretários municipais cearenses para dialogar sobre o papel da entidade no apoio às administrações municipais, fomentando o fortalecimento da rede colaborativa em cada área que compõe a gestão pública local. Com esse objetivo, foram iniciados, na última terça-feira (2), os Seminários Técnicos da Aprece, por meio de encontros online específicos, que acontecerão semanalmente até o próximo dia 6 de abril.

O primeiro seminário contemplou as áreas Desenvolvimento Rural, Meio Ambiente e Recursos Hídricos. A abertura do encontro, realizado no período da manhã, foi feita pelo vice-presidente da Aprece, Zé Helder, que justificou a ausência do presidente Júnior Castro, que estava em Brasília, em missão institucional. Zé Helder ressaltou a importância da realização dos Seminários Técnicos, frisando o papel do associativismo no desenvolvimento municipal e a atuação articulada e integrada da Aprece nessa missão.

Após as explanações sobre o trabalho realizado pela entidade municipalista ao longo dos últimos 53 anos e a atuação específica nas diversas áreas, dois palestrantes convidados garantiram capacitação técnica para as dezenas de secretários municipais presentes. O Fiscal Estadual Agropecuário da Agência de Defesa Agropecuária do Ceará (Adagri), Dimas Oliveira, fez uma palestra sobre o Guia de Trânsito Interno de Vegetais – GTIV (acesse o material AQUI). Já o presidente da Associação das Gestões Ambientais Locais do Estado do Ceará, Elano Damasceno, falou sobre Licenciamento Ambiental nos Municípios.

Educação

O segundo Seminário Técnico da Aprece aconteceu também na terça-feira (2), no período da tarde, sendo direcionado aos gestores municipais de Educação. A abertura também foi feita pelo vice-presidente da entidade, que é professor e acolheu os participantes, lembrando que é fundamental debater soluções para as dificuldades nos municípios na área, principalmente diante dos inúmeros prejuízos pedagógicos e desafios gerados nesse período de pandemia.

A palestra técnica do segundo Seminário, foi proferida pelo consultor econômico da Aprece, André Carvalho, que fez uma completa e pertinente apresentação sobre o Novo Fundeb, detalhando os aspectos mais importantes da Lei 14.113, de 2020 – EC 108/20 (acesse o material AQUI). Os secretários municipais de Educação presentes, tiveram a oportunidade de tirar dúvidas e dar sugestões para colaborar com o futuro trabalho da Aprece na área, seja por meio de orientações ou capacitações específicas.

Institucional

Os dois seminários contaram com apresentações detalhadas sobre o trabalho da Aprece em favor dos municípios cearenses ao logo dos últimos 53 anos. A coordenadora da Escola de Gestão Pública Municipal (EGPM/Aprece), Helderiza Queiroz, falou sobre cada setor da entidade, apresentando os profissionais responsáveis e esclarecendo sobre a atuação de cada um.

A coordenadora técnica da  Aprece, Rafaele Saraiva, também fez uso da palavra e especificou o trabalho de cada área, falando sobre o papel das Redes Técnicas da entidade que, nos últimos anos, intensificaram a troca de informações, a comunicação e o repasse de orientações técnicas para os municípios.

O seminário da manhã contou, ainda, com a explanação do analista em Desenvolvimento Rural, Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Aprece, Daniel Saraiva. Já o da tarde, teve a participação da analista em Educação da entidade, Ana Vládia Cosmo.

As gravações de todos os Seminários Técnicos da Aprece estão sendo disponibilizadas no canal da entidade no YouTube. No entanto, a participação dos secretários em cada encontro é fundamental para garantir a ampla participação de cada município, fomentando o debate amplo e efetivo.

As inscrições seguem abertas. Clique AQUI e garanta presença nos futuros encontros.

Reveja os dois primeiros Seminários Técnicos da Aprece:

 

Por Coordenadoria de Comunicação e Marketing (COMAK/Aprece)


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terça-feira, 2 de março de 2021

Governo do Ceará prevê entregar 6.600 títulos de terra em 2021

Na tarde desta segunda-feira (1/3), o superintendente José Wilson Gonçalves, apresentou o balanço do Instituto de Desenvolvimento Agrário do Ceará em 2020. Segundo ele, o órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Agrário emitiu 6.313 títulos de propriedade rural e realizou a entrega de 2.161 no ano passado. O balanço do Idace ainda dá conta que 7.183 imóveis rurais foram medidos e 4.661 foram cadastrados no período. Os números foram divulgados durante.

“Num ano de pandemia, onde prevaleceu o isolamento social, avançamos com inovação para realizarmos a Regularização Fundiária em nosso Estado”, assegurou o secretário de Desenvolvimento Agrário. Segundo De Assis Diniz, algumas das parcerias firmadas pelo órgão do Governo do Ceará na execução da política pública foram: o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), as secretarias municipais de Agricultura e a Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras do Ceará (Fetraece).

“A pandemia afetou muito o serviço público, em especial o Idace que possui uma atuação direta com o campo”, reconheceu José Wilson Gonçalves. “Desde 2009, mais de 108 mil imóveis foram titulados e 124.622 famílias foram beneficiadas diretamente em 136 municípios cearenses. Nenhum outro estado brasileiro, ou mesmo da América Latina, avançou tanto na Regularização Fundiária como realizamos aqui no Estado do Ceará”, declarou o superintendente do Instituto de Desenvolvimento Agrário do Ceará.

Outros números apresentados pelo superintendente dão conta que, em 2020, mesmo em home office, os técnicos do órgão aprovaram 12.611 cadastros de imóveis rurais e 6.395 cadastros se encontram pendentes. “Estão pendentes, mas quando formos a campo serão regularizados de forma bem mais facilitada”, justificou. Os números referentes ao trabalho executado em 63 municípios do Estado apontam ainda que 10.163 imóveis tiveram a análise gráfica concluída e 5.769 peças técnicas foram elaboradas.

“Fechamos o ano de 2020 antevendo que a pandemia nos daria uma trégua, o Ceará iniciaria a vacinação e conseguiríamos, aos poucos, retomar as rotinas de campo. Mesmo assim, estamos otimistas e conseguiremos emitir 6.600 títulos de domínio de terra, elaborar 9.288 geocadastros e atingir 79,5% da área rural georeferenciada do Estado”, anunciou. Além disso, o Idace prevê realizar a licitação para Regularização Fundiária de Cascavel e prestar 2.910 assessorias em áreas de assentamento e reassentamento.

Por fim, o superintendente antevê: a realização de 94 avaliações e vistorias de imóveis, a entrega de quatro imóveis rurais e a elaboração de 34 Cadastros Ambientais Rurais (CARs). A lista ainda inclui as conclusões do Convênio Dnocs No. 0001/2009, que trata da área da Barragem do Figueiredo; e projeto de Regularização Fundiária do Lago de Fronteiras e individualização em seis áreas de assentamento nos municípios de Itapipoca, Potiretama, Catunda, Choró, Canindé e Independência.

Outras realizações

Ainda quanto ao balanço de 2020, agora no setor do desenvolvimento de assentamentos e reassentamentos, o Idace validou em campo 23 CARs, beneficiando 370 famílias rurais; regularizou o quadro social de 46 assentamentos; e atendeu a 363 famílias com a emissão de documento para acesso a políticas públicas. Concluem o resultado do setor a realização de 30 vistorias e avaliações de imóveis rurais em 15 municípios cearenses para atender o Programa Nacional de Crédito Fundiário e Aquisição de área.

“Por meio da Lei Estadual 16.950/19, o Idace também adquiriu os imóveis do Curral do Meio, no município de Iracema; e da Fazenda Besouro, em Crateús”, relembrou o trabalho desenvolvido para 141 famílias atingidas pela construção da Barragem Figueiredo. “Também mediamos conflitos em 19 áreas do Estado, acompanhamos 355 famílias na área da Fazenda Uruanan”.

Concluindo, José Wilson Gonçalves citou a crescente demanda pela individualização de áreas adquiridas por processos de compra e venda e o início do processo de reconhecimento das demandas dos assentamentos Batalha, no município de Trairi; Santa Rita, em Aratuba; Tanques, em Itapipoca; e São Caetano, na cidade de Potiretama. “Neste sentido, o Idace dá credibilidade e autonomia a essas famílias e estimula a produção agrícola a partir do acesso às políticas públicas que investem diretamente nesses imóveis rurais”, finalizou.

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TRANSPARÊNCIA: EM TEMPOS DE PANDEMIA VACINAS SALVAM VIDAS



A covid-19 avança em todo o planeta de forma avassaladora, as medidas preventivas seguem protocolos produzidos e orientados por instituições de saúde reconhecidas internacionalmente.

As vacinas, produzidas em tempo recorde, devido à urgência da situação, salvam vidas exatamente por garantir a imunização dos pacientes vacinados.

Devido a pouca oferta dos imunizantes, faz-se necessário a criação de um protocolo local que assegure a vacina para os grupos de risco definidos pelo Poder Público.

As câmaras devem pautar o debate apresentando contribuição técnica específica através da tramitação de projeto de lei que cria o termo de confirmação de imunização contra o novo coronavírus pelo paciente vacinado ambiente interno hospitalar e nos locais de externos em formato Drive-thru.

A ideia desta Lei é promover fiscalização em loco, em tempo real, contando com a colaboração do paciente imunizado, ou responsável legal, no sentido conferir o conteúdo da ampola assegurando através da assinatura de um termo de confirmação de vacinação.

Fábio Tajra/Jornalista (DRT 3977/CE)

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Previsão indica cenário favorável para continuidade das chuvas até quarta-feira; confira detalhes

Previsão indica cenário favorável para continuidade das chuvas até quarta-feira; confira detalhes

Principais chuvas deste início de semana deverão ocorrer entre segunda e terça-feira (FOTO: Kairo Mendes)

Os primeiros dias do mês de março seguirão com condições favoráveis às chuvas. Conforme previsão do tempo realizada pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), o Estado permanece com tendência de eventos de chuva em maior parte do território até a próxima quarta-feira (3).

As condições meteorológicas analisadas hoje cedo indicam instabilidade devido a  influência da borda oeste de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), que está localizado a leste da região Nordeste, sobre o oceano Atlântico. Além disso, as precipitações recentes e aquelas esperadas para os próximos dois dias também deverão estar associadas à formação de áreas de instabilidade, bem como sistema de brisa e efeitos locais (como relevo, temperatura e umidade).

Diante disto, a tendência para esta segunda-feira (1°) é de céu variando entre nublado a parcialmente nublado com eventos de chuva (registros intermitentes atingindo mais de 50% dos territórios) em todas as macrorregiões. A precipitação prevista deverá ocorrer ao longo do dia, principalmente, pela manhã e à tarde.

Já para terça (2), a previsão é de aumento da área com chuva em todas as regiões, exceto a Jaguaribana, onde os registros deverão ser mais abrangentes.

Neste momento, a expectativa para a próxima quarta é de redução gradual das condições de chuva, ficando todas as áreas sob previsão de precipitações isoladas.

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Açude Batalhão é o 2º reservatório a sangrar no Ceará em 2021

 Açude Batalhão é o 2º reservatório a sangrar no Ceará em 2021

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Conforme o monitoramento da Cogerh, a água da barragem verteu com uma lâmina de 12 centímetros

Açude sangra no Ceará
Legenda: O Batalhão abastece a cidade de Crateús, no sertão dos Inhamuns, junto com o açude Carnaubal.
Foto: Divulgação

barragem do Batalhão, em Crateús, sangrou no início da manhã desta segunda-feira (1), sendo o segundo reservatório cearense a conseguir esse feito em 2021. 

Conforme o monitoramento da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), a água da barragem verteu com uma lâmina de 12 centímetros. O Batalhão abastece a cidade de Crateús, no sertão dos Inhamuns, junto com o açude Carnaubal. 

As recargas do ano na região possibilitaram a sangria da barragem, na avaliação da Secretaria dos Recursos Hídricos do Ceará. Os açudes Carnaubal, Sucesso e Jaburu I acumulam mais de 60% de volume. 

Os açudes Monsenhor Tabosa e Barra Velha, no entanto, seguem sem registrar aportes e permanecem secos.

O primeiro reservatório a sangrar no Estado este ano foi o açude Caldeirões, no município de Saboeiro, na macrorregião do Sertão Central e Inhamuns. Atualmente, ele permanece com volume acima de 90%.

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Águas do São Francisco são liberadas para o Castanhão

A comporta do 'eixo emergencial' do Cinturão das Águas foi aberta, na tarde desta segunda-feira

Legenda: Abertura da comporta do Trecho Emergencial do Cinturão de Águas do Ceará
Foto: Divulgação

A tão aguardada liberação das águas do São Francisco em direção ao açude Castanhão, através do chamado “eixo emergencial” do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), acontece na tarde desta terça-feira (1º). A Secretaria de Recursos Hídricos do Ceará (SRH) planejou o transporte do recurso hídrico durante a estação chuvosa, pois, as calhas dos rios estão cheias, minimizando a perda durante o trajeto. Hoje, o maior reservatório do Estado, responsável pelo abastecimento da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), está com 10,11% de sua capacidade. 

Em outubro do ano passado, a água do ‘Velho Chico’ completou os 53 quilômetros de extensão do trecho que compreende entre a barragem de Jati, no município homônimo, e Missão Velha, com desemboque para o Riacho Seco. Nesta etapa, o “eixo emergencial” passava por testes e, desde então, não apresentou nenhum problema. 

De acordo com o diretor de Águas Superficiais da Superintendência de Obras Hídricas (Sohidra), Antônio Madeira Lucena, hoje a cota de água no canal é de 3,7 metros, atingindo sua altura máxima. “Tudo ocorreu bem, sem maiores problemas”, avalia ele sobre testes do eixo emergencial. O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio do Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf), disponibilizou uma vazão de 12 mil litros de água por segundo, que sairão da barragem de Jati. 

Após chegar no Riacho Seco, em Missão Velha, a água corre até o rio Batateiras, que nasce no Crato e, no encontro com Riacho do Porcos, forma o Rio Salgado. De lá, o recurso hídrico segue em seu fluxo natural pelo Rio Jaguaribe, antes de desaguar no Castanhão.

“Será uma viagem de 300 quilômetros. Não sabemos, com certeza, quanto tempo levará para chegar no grande reservatório”, observa o titular da SRH, Francisco Teixeira.

Apesar disso, o gestor está otimista: “As calhas dos rios estão bem úmidas e com algum fluxo natural, contribuindo para diminuir as perdas por infiltração, evaporação e por retiradas. Ninguém irriga na chuva. Deste modo, o tempo de viagem da água será menor do que seria no segundo semestre, com leitos dos rios secos”, completa o secretário. De acordo com Teixeira, a liberação das vazões pelo Pisf sempre se darão no primeiro semestre, justamente para diminuir as perdas.

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Sobre o custeamento da manutenção e operação do Pisf enquanto as águas seguem liberadas para o Castanhão, o MDR informou que o Governo Federal bancará até a assinatura dos contratos comerciais entre a União e os estados beneficiados. Os termos finais da negociação para formalização dos contratos, no âmbito da Câmara de Conciliação e Arbitragem da Advocacia Geral da União, já foram finalizados e o Ministério aguarda definição de agenda junto aos estados.

Barragem de Brejo Santo

O rompimento da tubulação da barragem de Atalho, em Brejo Santo, que deixou três operários mortos e outro ferido, no último dia 8 de fevereiro, não afetou o cronograma de liberação das águas do ‘Velho Chico’ para o Açude Castanhão. Na época do incidente, o bombeamento da estação EBI-3 foi suspenso preventivamente, não havendo impedimento técnico para sua retomada, de acordo com o MDR. Já a pre-operação das demais estruturas do Eixo Norte a partir do reservatório só serão reiniciadas após a recuperação da tubulação danificada e liberação pela perícia, que deu um prazo de até 20 dias para conclusão da investigação, a partir do último dia 10.

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Legenda: Equipe da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), acompanhando a chegada das águas, com a imagem de São Francisco

De acordo com o MDR, nos 260 quilômetros do Eixo Norte, todas as estruturas responsáveis pela passagem de água até o Reservatório Caiçara, na Paraíba, estão concluídas, restando apenas a recuperação da tubulação em Atalho e outros serviços complementares que não comprometem a pré-operação. O total de execução física do trecho é 97,70%.

Cinturão das Águas

Apesar das águas, a partir de hoje, estarem a caminho do Castanhão, as obras no CAC seguem nos lotes 03 e 04 do Trecho 1, que passam por Barbalha, Crato e Nova Olinda, que possui uma extensão total de 145,3 quilômetros e soma 65,41% de avanço físico. O trajeto liga a barragem de Jati ao rio Cariús, que é responsável pelo aporte do Açude Orós, segundo maior do Estado.

são francisco 3

Os serviços neste dois lotes ficaram parados por mais de um ano e foram retomados em setembro do ano passado. “Em torno de 400 trabalhadores, mas esse número vai aumentar”, projeta Lucena. O número reduzido de trabalhadores se deu por problema na aquisição de materiais. “Principalmente cimento e aço. Isso tem atrasado. Mas logo que solucione, teremos mais gente”, completa o diretor da Sohidra. Até o momento, o Governo Federal já repassou R$ 1,18 bilhão para o CAC.

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segunda-feira, 1 de março de 2021

O Ipu, e os demais municípios que hoje fazem parte da Associação dos Municípios Ibiapabanos (AMI), oficializam pedido para aquisição de vacinas





O Ipu, e os demais municípios que hoje fazem parte da Associação dos Municípios Ibiapabanos (AMI), à frente o presidente, prefeito Renê de Almeida Vasconcelos (Prefeito Municipal de Ubajara) oficializaram nessa última semana, o "Pedido de Compra Direta" da vacina do Instituto Butantã e da Fundação Oswaldo Cruz. 

Os ofícios foram enviados via AMI e fazem parte de ações conjuntas no enfrentamento ao COVID-19. 
Os Prefeitos Ibiapabanos estão em alerta máximo com a escassez de insumos e abastecimentos "lento" das vacinas via Governo Federal. 
Os dois ofícios foram protocolados no último dia 24 de fevereiro de 2021, onde aguardam uma breve notícia positiva. 
Todas essas deliberações dos Prefeitos estão ocorrendo após decisão do STF e a aprovação do Congresso Nacional, nesta última quarta-feira (24) do Projeto de Lei que facilita a compra de vacinas contra o coronavírus por empresas privadas. O texto, de autoria do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), também permite que estados, Distrito Federal e municípios assumam a responsabilidade civil por eventuais efeitos adversos provocados pelos imunizantes. Essa medida abre caminho para a aquisição de vacinas por governadores e prefeitos.

aconteceuipu
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Preço do maracujá segue estável na Ceasa-CE

Com 99,7% da produção no Ceará, através dos municípios de Guaraciaba do Norte, Tianguá, São Benedito, Acaraú, Baturité, Guaiúba, e a região do baixo Jaguaribe, o maracujá é um dos destaques desta semana no entreposto da Ceasa-CE em Maracanaú. Com preço atraente, a fruta está sendo vendida por R$ 5,00/kg.

De acordo com Odálio Girão, analista de mercado da Ceasa-CE, a estabilidade do preço é um incentivo para produtores de outras regiões investirem no plantio do maracujá, tendo em vista que apenas 0,3% da produção vem da Paraíba.

O maracujá é conhecido pela sua ação calmante, além de ser fonte de vitamina C e magnésio, regular a pressão sanguínea e a saúde dos olhos, dentre outros benefícios.

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